Sinceramente,
esse mestrado está me saindo melhor do que a encomenda.
Eu nem fiz a minha matrícula, mas, como gosto de dizer: “estou cozinhando o frango”.
O que significa uma frase tão cheia de conteúdo?
Significa dizer, de modo culto, quando não sabemos o que fazer e deixamos o frango lá cozinhando, deixando o tempo passar para que tudo fique bom, cozidinho, no ponto. Uma hora chega.
A questão é simples, muito simples.
Fazendo um belo revival de todos os momentos que se antecederam a esse ‘momento particular de indecisão’, todos os sinais eram para que eu fizesse a matrícula no exato momento em que tivesse a confirmação de minha aprovação. Não aconteceu isso.
Em primeiro lugar houve aquele incidente sobre ser ou não aluna especial, o que significava essa condição e todos os demais procedimentos necessários para que solucionasse o problema.
Problema solucionado, requerimento deferido.
Era para a fazer a matrícula?
Ainda não. Tinha a questão do horário, já que uma matéria elementar às demais caia numa terça-feira (dia do meu rodízio) no horário matutino (coincidente com o meu horário de trabalho) sendo indeferido o meu pedido de compensação de horas no emprego.
Então: fui demitida. O meu contrato de experiência foi extinto depois de 2 meses de trabalho.
Problema resolvido, posso frequentar as aulas na terça-feira sem qualquer problema.
Anterior à matrícula, tinha a questão de pagá-la. Nada demais, apenas a pequena quantia mensal de R$ 1.350,00 (um mil e trezentos e cinquenta reais). Fiz até por extenso para demonstrar a meu cérebro que o valor a ser pago não é nada mais, nada menos que muitos salários de uma pessoa simples, sem estudo.
Por outro lado, hey, estou fazendo PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU, não é nada demais para alguns que tem PÓS-DOUTORADO, mas, para uma menina de periferia que viveu a base de muito perrengue a vida inteira, opa, é motivo de muita comemoração.